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Abraxas relança álbum de doom cantado em português da banda Into the Dust

O selo da Abraxas ataca desta vez com o relançamento de um petardo do stoner/doom metal, direto do Distrito Federal: o EP de estreia da banda Into the Dust, lançado em 2014, agora disponível nas principais plataformas de streaming, altamente recomendado para fãs de Black Sabbath, Candlemass e Saint Vitus. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/ITD.

Nome recorrente da cena de Brasília com 20 anos de carreira, a Into de Dust nasceu em 1996 em Gama das cinzas do Grothesc, projeto de thrash/death metal do vocalista/guitarrista Nassat e do baixista Santos – a dupla está até hoje à frente da banda e são os principais responsáveis pela composições do EP. A formação ainda conta com o baterista Marra.

‘ITD’ traz um visceral Into the Dust em sete músicas arrastadas, pesadas e com muito groove. Todas as faixas são cantadas em português, o que torna a sonoridade ainda mais crua e verdadeira. As gravações do EP, conta Santos, foram marcadas por diversos percalços, pessoais e profissionais, e o resultado é um turbilhão de sentimentos em forma de riffs e batidas. ‘ITD’ foi gravado no Broadband Studio, por Caio Duarte, e a capa é Tiago Prado, artista do Rio Grande do Norte.

CONTATO PARA A IMPRENSA Erick Tedesco Assessoria de Imprensa – Abraxas Produtora (19) 99616 2999 (cel e whatsapp) facebook.com/abraxasevents facebook.com/tedesco.midia http://abraxas.fm

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Vários Artistas – “Black Sabbath:The CVLT Nation Sessions” (2017)

O CVLT Nation, site/revista eletrônica especializada na música obscura, reuniu grandes nomes da atual cena de Doom Metal em um tributo aos grandes mestres do Black Sabbath, os quais foram pioneiros no estilo plantando as sementes deste gênero macambúzio.

Numa regravação das 8 faixas que compõem o álbum de estreia do Black Sabbath, as bandas que participam do tributo apresentam suas versões em uma performance ímpar. Esse é um dos grandes destaques desse tributo, pois cada releitura traz um toque de originalidade e bastante identidade em cada faixa.

Algumas se mantiveram mais fiéis ás versões originais e outras optaram por uma interpretação com mais liberdade, mas sem produzir algo descaracterizado.

Como exemplo temos uma versão mais arrastada para a faixa “Black Sabbath”; uma reinterpretação totalmente insana e macabra para “The Wizard” (minha favorita), e uma versão soturna de “N.I.B.”, com destaque para as linhas vocais.

FAIXAS:

01. Beastmaker – Black Sabbath
02. CHRCH – The Wizard
03. Jupiterian – Behind the Wall of Sleep
04. Mindkult – N.I.B.
05. Witchthroat Serpent – Evil Woman
06. Frown – Sleeping Village
07. Trapped Within Burning Machinery – Warning
08. Space Bong – Wicked World

Electric Citizen – Higher Time (2016)

Apesar de ter sido lançado no mês de Maio, o segundo álbum da banda Electric Citizen foi um dos últimos petardos da boa música que tive o prazer de ouvir em 2016.

O som da banda, que vem da cidade de Cincinnati, no estado americano de Ohio, traz uma aglutinação harmoniosa de elementos do Stoner, Rock Psicodélico e Doom. É um som empoeirado com aquele toque charmoso de Acid Rock e andamentos levemente cadenciados.

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Os quase 40 minutos de duração apresentam uma boa dinâmica entres as faixas, principalmente pelo fato de que os elementos psicodélicos são utilizados pela banda de maneira direta, funcionando muito mais como um adorno harmônico e fazendo o que a música pede.

Em 2016, excelentes bandas com vocal feminino tiveram destaque no cenário nacional e internacional. Bandas como Nervosa, Old Blood, Devil Electric são algumas bandas que tem atrás de seus microfones, grandes vozes femininas de qualidade ímpar, essa é também uma característica marcante do Electric Citizen e algo que gosto muito.

Pra quem gosta de referências, posso citar bandas como Black Sabbath, Pentagram e Brimstone Coven, mas sempre mantendo a originalidade.