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Peso e experimentos no aguardado “Into the Mess”, novo álbum do Red Mess

Abraxas lança “Into the Mess” e escala trio de Londrina para excursionar com o Stoned Jesus em agosto

O Red Mess apresenta entrosamento e amadurecimento nas nove músicas de “Into the Mess”, álbum que o selo da Abraxas lança nesta sexta-feira nas principais plataformas de streaming.

A massa sonora de grooves e riffs servem ao ouvinte uma viagem lisérgica com categoria, o que o próprio trio paranaense chama de “fritação quântica”. Ouça e comprove: https://onerpm.lnk.to/IntoTheMess.

“Into the Mess” é uma onda de impactos, com uma visceral arte gráfica na capa do disco e composições que incremental o usual stoner rock progressivo com técnica apurada. Invés de malabarismo com os instrumentos, eles detonam no feeling, com peso em pitadas moderadas entre quebradeiras e experimentos.

“O resultado acabou sendo essa mistura bagunçada de stoner rock progressivo altamente apimentado. A ideia de composição desses sons sempre foi a de colocar nas músicas o que vem à cabeça. Trazer a ideia dos três, influências e mandar bala”, conta o baterista Douglas Labigalini. Completam a banda Thiago Franzim (guitarra e voz), Lucas Klepa (baixo e voz).

Assim como o single “Over the Mountain”, lançado pela Abraxas em junho, as outras canções de “Into the Mess” têm o lastro de qualidade da produção no Infrasound Records, em Florianópolis, sob os cuidados do competente duo Munõz.

O esforço agora é para também lançar “Into the Mess” fisicamente, em CD. Enquanto isso, o Red Mess se prepara para embarcar como banda convidada pela Abraxas na turnê brasileira dos ucranianos do Stoned Jesus.

São quatro datas em conjunto: Rio de Janeiro (17/08), Belo Horizonte (18/08), São Paulo (19/08) e em Goiânia, dia 20, dentro do importante festival de música alternativa do Brasil, o 23º Goiânia Noise Festival.

Erick Tedesco

Assessoria de Imprensa Abraxas Produtora

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Abraxas relança álbum de doom cantado em português da banda Into the Dust

O selo da Abraxas ataca desta vez com o relançamento de um petardo do stoner/doom metal, direto do Distrito Federal: o EP de estreia da banda Into the Dust, lançado em 2014, agora disponível nas principais plataformas de streaming, altamente recomendado para fãs de Black Sabbath, Candlemass e Saint Vitus. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/ITD.

Nome recorrente da cena de Brasília com 20 anos de carreira, a Into de Dust nasceu em 1996 em Gama das cinzas do Grothesc, projeto de thrash/death metal do vocalista/guitarrista Nassat e do baixista Santos – a dupla está até hoje à frente da banda e são os principais responsáveis pela composições do EP. A formação ainda conta com o baterista Marra.

‘ITD’ traz um visceral Into the Dust em sete músicas arrastadas, pesadas e com muito groove. Todas as faixas são cantadas em português, o que torna a sonoridade ainda mais crua e verdadeira. As gravações do EP, conta Santos, foram marcadas por diversos percalços, pessoais e profissionais, e o resultado é um turbilhão de sentimentos em forma de riffs e batidas. ‘ITD’ foi gravado no Broadband Studio, por Caio Duarte, e a capa é Tiago Prado, artista do Rio Grande do Norte.

CONTATO PARA A IMPRENSA Erick Tedesco Assessoria de Imprensa – Abraxas Produtora (19) 99616 2999 (cel e whatsapp) facebook.com/abraxasevents facebook.com/tedesco.midia http://abraxas.fm

Vários Artistas – “Black Sabbath:The CVLT Nation Sessions” (2017)

O CVLT Nation, site/revista eletrônica especializada na música obscura, reuniu grandes nomes da atual cena de Doom Metal em um tributo aos grandes mestres do Black Sabbath, os quais foram pioneiros no estilo plantando as sementes deste gênero macambúzio.

Numa regravação das 8 faixas que compõem o álbum de estreia do Black Sabbath, as bandas que participam do tributo apresentam suas versões em uma performance ímpar. Esse é um dos grandes destaques desse tributo, pois cada releitura traz um toque de originalidade e bastante identidade em cada faixa.

Algumas se mantiveram mais fiéis ás versões originais e outras optaram por uma interpretação com mais liberdade, mas sem produzir algo descaracterizado.

Como exemplo temos uma versão mais arrastada para a faixa “Black Sabbath”; uma reinterpretação totalmente insana e macabra para “The Wizard” (minha favorita), e uma versão soturna de “N.I.B.”, com destaque para as linhas vocais.

FAIXAS:

01. Beastmaker – Black Sabbath
02. CHRCH – The Wizard
03. Jupiterian – Behind the Wall of Sleep
04. Mindkult – N.I.B.
05. Witchthroat Serpent – Evil Woman
06. Frown – Sleeping Village
07. Trapped Within Burning Machinery – Warning
08. Space Bong – Wicked World

Ruínas de Sade – “Ruínas de Sade” (2016)

Banda da cidade de Brusque, Santa Catarina, que faz um som pesado, denso e caracteristicamente lento.

Conheci o trabalho dessa banda através da página Metal na Lata, onde faço parte da equipe de editores.

Particularmente considerando que um bom álbum, além de boa música, tem que possuir uma capa que tome a atenção do público, tem que passar a mensagem do que há naquele disco e aumentar o nosso desejo de  querer conhecer sua música, afirmo que inicialmente foi o que me chamou atenção neste trabalho.

Essa capa em cor de papel velho com uma gravura altamente detalhista e quase monocromática de um Cthulhu (entidade cósmica criada pelo escritor de terror H. P. Lovecraft), a representação da desolação, terror e morte, consegue refletir com exatidão o tipo de música da banda.

Totalizando pouco mais de 30 minutos com apenas três faixas, o álbum não soa monótono nem cansativo, possui dinâmica e um leque de detalhes que te prendem até o fim da audição.

Os riffs são bem característicos, com um toque de Rock Progressivo se estendendo aos solos. Outra característica interessante são as letras em português, algo que deu muito certo e deixou as músicas mais intimistas.

Quem ama música arrastada, com bastante peso e densa, certamente vai curtir muito esse álbum. Os caras priorizaram uma produção crua e caseira, bem suja, que torna o som muito mais visceral.

Hugo Grubert, não atoa, fazia vocal numa banda cover do Black Sabbath. Sua voz não possui o timbre que lembre o de Ozzy Osbourne, mas a forma de cantar tem a mesma peculiaridade que a do Madman.

Com certeza, a Ruínas de Sade é uma das grandes promessas do underground nacional.