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2° Telha Rock Festival

O Telha Rock Festival ocorre na cidade de Iguatu, localizada na região centro sul do Ceará.

Com o objetivo de avivar a cena local, o festival traz bandas covers e autorais de todo o estado.

Ainda em seus primeiros passos, o Telha Rock Festival se encontra em sua segunda edição, mas já se mostra firme em sua jornada.
 

O festival acontecerá no dia 13 de Janeiro de 2018 no Oiticica Pub e contará com a participação de duas bandas autorais Glory Fate (Crato), The Stoned (Iguatu) e as bandas tributo Black Purposes (Black Sabbath) e Total Eclipse (Iron Maiden), ambas de Fortaleza.

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Ficção científica inspira registro de estreia do Galactic Gulag

To The Stars By Hard Ways é rock psicodélico instrumental direto de Natal/RN

Os riffs enigmáticos e pesados logo nos primeiros segundos de ‘Home‘, a primeira música do álbum To The Stars By Hard Ways, anunciam que a viagem pelas outras quatro músicas trarão vibrações diversas num rock instrumental misturado à psicodelia, space rock, rock n’ roll, progressivometal. No disco de estreia, a Galactic Gulag apresenta um grandioso experimento sonoro, que a Abraxas Records lança nas principais plataformas de streaming e já disponível em https://onerpm.lnk.to/GalaticGulag.  

Também inspirado em quadrinhos, cinema underground e teorias da conspiraçãoTo The Stars By Hard Ways é a trilha sonora do Galactic Gulag, um planeta onde todos são condenados a trabalhos forçados até a morte por desgosto. A premissa, sem dúvida, torna a audição ainda mais envolvente, mas cada música, individualmente, carrega uma energia única que demonstra o poder criativo e o espírito de jam session do quarteto de Natal (Rio Grande do Norte), formado por César Silva (bateria), Gabriel Dunke (baixo), Breno Xavier (guitarra) e Pablo Dias (guitarra solo). 

Formada em 2015, a Galactic Gulag se move por meio da espontaneidade e desejos do inconsciente dos integrantes, mas cujo produto final – as cinco longas músicas de To The Stars By Hard Ways – é rigorosamente lapidado, recheado de detalhes, climatizações, nuances de samplers e nenhuma lacuna sonora. Tem a ver com a busca da banda pela perfeição: no início de cada ensaio, o quarteto realiza uma jam para exercitar a repetição de riffs, apurar os arranjos e os solos mais longos. 

Com o álbum lançado, é hora de ganhar o universo na primeira turnê entre-mundos e se apresentar quantas vezes e em quantos lugares diferentes forem possíveis! Dentre os shows realizados pela Galactic Gulag, destaque para a participação no prestigiado Festival DoSol, na edição de 2016. 

Matakabra – “Prole” (EP) (2016) 

“O casamento realizado pelo poder econômico entre o Estado e a mídia gerou incontáveis frutos. Uma prole maldita que se reproduz a cada noticiário, capa de jornal e narrativa mórbida da rádio matinal”.

A banda pernambucana Matakabra surgiu em 2015 e no ano seguinte, lançaram seu primeiro EP, Prole, trazendo pancadaria das boas, com sua sonoridade inspirada em gêneros como o Black Metal, Thrash e o Deathcore criando um trabalho brutalmente cativante. 

As letras cantadas em português realçam a mistura de fúria e dor, principalmente na faixa de abertura, “Executado”, onde o vocal de Rodrigo Costa vai de um gutural grave à timbres rasgados em linhas vocais viscerais, casando perfeitamente com o ritmo frenético e explosivo da faixa.  

O peso continua em “Pesadelo”, com destaque para os arranjos de guitarra. Fernando Marques e Blico Paiva conduzem as 8 cordas com maestria, ditando o andamento da música através de riffs ora rápidos, ora cadentes e cheios de groove.

“Prole” nomeia o EP,  tem um arranjo muito bem trabalhado e mostra a banda numa química espetacular.O peso brutal aliado a técnica do grupo ficam em bastante evidência. O destaque aqui fica por conta das linhas de contrabaixo de Rafael Coutinho e a bateria certeira de Theo Espindola, além da participação de Bruno Saraiva nos teclados.

A excelente arte da capa ficou por conta do Felipe Vaz e para a produção a banda adotou a filosofia do faça você mesmo.


Músicas:

1.  Executado  

2. Pesadelo 

3. Prole 

Membros :

Voz: Rodrigo Costa

Guitarras: Fernando Marques e Blico Paiva

Baixo: Rafael Coutinho

Bateria: Theo Espindola

Participação: Bruno Saraiva

Top 5: Judas Priest

#5 – Sad Wings of Destiny (1976)

O segundo álbum dos britânicos nos mostra uma abordagem diferente da apresentada em seu début.

Com uma pegada mais agressiva, veloz e uma técnica melhor ultilizada, esse álbum esboça o que se tornaria o Speed Metal da próxima década.

#4 – Brtish Steel (1980)

Com este trabalho o Judas Priest quebrou as correntes daquela sonoridade Blues progressiva clássica dos anos 70, trazendo um som cru e direto, muito mais rápido e agressivo que seus antecessores.

#3 – Painkiller (1990)

Depois de um álbum mais direcionado ao pop comercial da época e outro muito mal produzido, Painkiller é um verdadeiro resgate.

Evoluindo e adaptando-se ao estilo que ajudaram a criar, a banda atinge seu ponto máximo (técnica, composição, performance) e nos entrega um dos maiores clássicos do gênero.

#2 – Screaming For Vengeance (1982)

Resultado do amadurecimento da banda, sem vacilos, com composições firmes e muita musicalidade. Uma das melhores produções da discografia da banda. A voz de Halford estava perfeita. Possui um peso cristalino e arranjos inspiradíssimos.

#1 – Defenders of The Faith (1984)

É como um British Steel mais denso, de som mais escuro, mas com a mesma energia. A performance de K.K. Downing e Glen Tipton é uma das melhores daquela década. É um álbum do nível de Painkiller, com mudanças apenas de técnica, mas aqui o Judas Priest estava em sua plenitude caminhando com soberania pela estrada que ajudou pavimentar.