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Morcrof – ” Codex Gnosis Apokryphv:Porta Ex Solis Svrsvm Aqvilonem” (2015) 

A banda de Black Metal, Morcrof é um dos grandes nomes do metal extremo nacional. Há 25 anos no cenário underground, possui inúmeros trabalhos e em 2015 a banda lançou o single “Codex Gnosis Apokryphv: Porta Ex Solis Svrsvm Aqvilonem“.

O single contém 2 faixas, onde a primeira, “Prealvdivm: Aperite Portae“, é uma instrumental lúgubre, bem atmosférica que prenuncia a excelente “Portae Ex Solis Svrsvm Aqvilonem“. 

A faixa começa pesada, com uma bateria marcante e riffs rápidos. Seu refrão possui uma pegada épica, marcado por linhas de contrabaixo criativas e harmonias de teclado que preenchem a atmosfera Dark acompanhadas pelos vocais que transitam entre o lírico e o agressivo.


                        Membros :

Tom Kantele-Vaino – Vocais 
Pétros Nilo – Guitarras e Teclado 
R’Bressan – Guitarras 
Paullus Moura – Contrabaixo e Vocais 
R’Herton – Bateria 
                           Faixas :

01 – Prealvdivm:Aperite Portae 

02 – Portae Ex Solis Svrsvm Aqvilonem 

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Ficção científica inspira registro de estreia do Galactic Gulag

To The Stars By Hard Ways é rock psicodélico instrumental direto de Natal/RN

Os riffs enigmáticos e pesados logo nos primeiros segundos de ‘Home‘, a primeira música do álbum To The Stars By Hard Ways, anunciam que a viagem pelas outras quatro músicas trarão vibrações diversas num rock instrumental misturado à psicodelia, space rock, rock n’ roll, progressivometal. No disco de estreia, a Galactic Gulag apresenta um grandioso experimento sonoro, que a Abraxas Records lança nas principais plataformas de streaming e já disponível em https://onerpm.lnk.to/GalaticGulag.  

Também inspirado em quadrinhos, cinema underground e teorias da conspiraçãoTo The Stars By Hard Ways é a trilha sonora do Galactic Gulag, um planeta onde todos são condenados a trabalhos forçados até a morte por desgosto. A premissa, sem dúvida, torna a audição ainda mais envolvente, mas cada música, individualmente, carrega uma energia única que demonstra o poder criativo e o espírito de jam session do quarteto de Natal (Rio Grande do Norte), formado por César Silva (bateria), Gabriel Dunke (baixo), Breno Xavier (guitarra) e Pablo Dias (guitarra solo). 

Formada em 2015, a Galactic Gulag se move por meio da espontaneidade e desejos do inconsciente dos integrantes, mas cujo produto final – as cinco longas músicas de To The Stars By Hard Ways – é rigorosamente lapidado, recheado de detalhes, climatizações, nuances de samplers e nenhuma lacuna sonora. Tem a ver com a busca da banda pela perfeição: no início de cada ensaio, o quarteto realiza uma jam para exercitar a repetição de riffs, apurar os arranjos e os solos mais longos. 

Com o álbum lançado, é hora de ganhar o universo na primeira turnê entre-mundos e se apresentar quantas vezes e em quantos lugares diferentes forem possíveis! Dentre os shows realizados pela Galactic Gulag, destaque para a participação no prestigiado Festival DoSol, na edição de 2016. 

Gods & Punks repercute sucesso do debut Into the Dunes of Doom

Álbum está disponível em serviços de streaming e em formato CD

            Foto: Victor Mancebo​

Apenas um mês após lançado em serviços de streaming e em formato físico (CD), “Into the Dunes of Doom”, o primeiro full length do Gods & Punks, recebeu somente críticas positivas da mídia brasileira e estrangeira, que destacaram principalmente a capacidade da banda carioca em apresentar composições que fundiram com precisão os gêneros stoner, doom e progressivo a partir de andamentos bem sacados e muitos riffs. As músicas do disco também funcionaram ao vivo e a repercussão veio na mini turnê realizada entre os meses de outubro e início de novembro.

 

Unânime quanto à relevância do trabalho do Gods & Punks na ainda em formação cena stoner nacional, as resenhas divergiram, no entanto, sobre os destaques do álbum. “Achei muito legal que o pessoal diversificou ao apontar as suas músicas favoritas. Ouvi todas sendo apontadas como favoritas em algum momento. A receptividade foi muito melhor do que a gente esperava, tanto em resenhas quanto opiniões de pessoas que ouvimos”, comenta o vocalista Ale Canhetti.

 

A volta aos palcos com material novo também promoveu sentimentos exaltados à banda, que é completada por Pedro Canhetti, Rafael Daltro (guitarra), Danilo Oliveira (baixo) e Arthur Rodrigues (bateria). “Agendar a mini turnê do disco foi muito mais trabalhoso que gravar ele. Foi muito bom tocar as músicas pro pessoal, elas foram super bem recebidas e nossos melhores shows foram nesse tempo”, destaca o vocal.

 

Na opinião de Canhetti, a música de “Into the Dunes of Doom” que melhor funciona ao vivo é “Subatomic Wormhole”. “O peso dela ao vivo é outra coisa. Em termos de contagiar o público, acho que seria ‘Mushroom Cloud’. Quando a gente toca Mushroom, eu costumo sair do palco e falar com o pessoal, beber uma água etc., e eu sempre fico observando as pessoas nesse momento, e vejo elas bem animadas”.

 

O entusiasmo do sucesso imediato de “Into the Dunes of Doom“, disponível em CD e online pelo esforço da banda junto às gravadoras Abraxas, Dinamite Records e Red House (Chile), animou o quinteto a já pensar em novas composições, e consequentemente, um novo álbum que deve trazer novas referências musicais ao stoner progressivo.  “O plano é lançar o próximo disco no primeiro semestre do ano que vem. Já começamos a compor e queremos fazer algo diferente. Dunes teve muito prog, muito stoner. Vamos pegar o núcleo do nosso som, que a gente apresentou no EP, e misturar com outras influências tipo doom, thrash, space etc. A gente não quer deixar a bola cair, além disso, nos divertimos muito compondo”, enfatiza Canhetti.


Gods & Punks – Into the Dunes of Doom
(Abraxas/Red House/Dinamite Rec.)
Ouça aqui:
https://onerpm.lnk.to/GodsAndPunks


1. Dunes of Doom (05:31)

2. Civilization (06:59)

3. Rise from the Sand (00:54)

4. Signs of Life (03:57)

5. Mushroom Cloud (04:16)

6. Subatomic Wormhole (06:03)

7. The Encounter (14:01)

Todas as músicas compostas por Gods & Punks 
Todas as letras escritas por Alexandre Canhetti 
Mixado por Arthur Rodrigues 
Masterizado por Andre Leal e Kleber Mariano no Estúdio Jukebox 
Gravado ao vivo no Estúdio MATA (RJ) em 29 e 30 de julho de 2017

Matakabra – “Prole” (EP) (2016) 

“O casamento realizado pelo poder econômico entre o Estado e a mídia gerou incontáveis frutos. Uma prole maldita que se reproduz a cada noticiário, capa de jornal e narrativa mórbida da rádio matinal”.

A banda pernambucana Matakabra surgiu em 2015 e no ano seguinte, lançaram seu primeiro EP, Prole, trazendo pancadaria das boas, com sua sonoridade inspirada em gêneros como o Black Metal, Thrash e o Deathcore criando um trabalho brutalmente cativante. 

As letras cantadas em português realçam a mistura de fúria e dor, principalmente na faixa de abertura, “Executado”, onde o vocal de Rodrigo Costa vai de um gutural grave à timbres rasgados em linhas vocais viscerais, casando perfeitamente com o ritmo frenético e explosivo da faixa.  

O peso continua em “Pesadelo”, com destaque para os arranjos de guitarra. Fernando Marques e Blico Paiva conduzem as 8 cordas com maestria, ditando o andamento da música através de riffs ora rápidos, ora cadentes e cheios de groove.

“Prole” nomeia o EP,  tem um arranjo muito bem trabalhado e mostra a banda numa química espetacular.O peso brutal aliado a técnica do grupo ficam em bastante evidência. O destaque aqui fica por conta das linhas de contrabaixo de Rafael Coutinho e a bateria certeira de Theo Espindola, além da participação de Bruno Saraiva nos teclados.

A excelente arte da capa ficou por conta do Felipe Vaz e para a produção a banda adotou a filosofia do faça você mesmo.


Músicas:

1.  Executado  

2. Pesadelo 

3. Prole 

Membros :

Voz: Rodrigo Costa

Guitarras: Fernando Marques e Blico Paiva

Baixo: Rafael Coutinho

Bateria: Theo Espindola

Participação: Bruno Saraiva

Dr Kong – “Protagonista” (2016) 

A década de 80 culminou no ápice do Rock brasileiro, proliferando inúmeras bandas e artistas que guiaram toda uma geração e até hoje, mesmo que de forma mais amena e descontextualizada, ainda inspiram algumas mentes perdidas.

Das bandas mais populares dessa leva, temos a Legião Urbana, Titans, Barão Vermelho e Paralamas do Sucesso, com várias canções imortalizadas nas inúmeras rodas de violão. 

Atualmente é raro encontrar bandas que façam esse tipo de som de forma autoral, unindo o Blues ao Rock e adicionando aquele espírito tempestuoso nas suas performances, porém, em meio a essa raridade encontro esta banda, Dr Kong, a qual consegue fazer isso de forma magnífica. 
A banda é da cidade de Goiânia, foi formada em 2015 e no ano seguinte lançam o debut “Protagonista“.

Esse é um trabalho que me emocionou, pois eu nasci na década de 80, cresci e cheguei à maturidade ouvindo muita música feita nessa época. 

As 13 faixas mostram uma banda firme, com suas influências e seus direcionamentos bem definidos. 

Iniciando o álbum com a faixa título, já em seus primeiros acordes, a banda mostra sua proposta com bastante clareza. 

Arranjos com dinâmica cativante, que te conduzem através dos riffs oitentistas das guitarras de Eliel Carvalho e Gustavo de Carvalho, sempre criativos e intuitivos, como é visto nas faixas “Protagonista“, “Fale Tudo” e a excelente “Honoráveis Primatas“. 

Todas as canções possuem ótimos refrões, daqueles que ficam ecoando na sua cabeça e apesar de boas linhas melódicas, na primeira metade do álbum há uma certa linearidade entre elas que deve ser evitada no próximo trabalho.

O vocal de Flávio de Carvalho é bem agradável, grave e profundo, lembra bastante o Frejat. Merece um pouco de punch e não estacionar nas regiões mais graves traria uma dinâmica com mais feeling para as músicas. É notável como sua voz combina perfeitamente com as canções mais intimistas numa leveza melancólica bem inspirada.

A famosa cozinha se destaca em todas as faixas. As linhas de contrabaixo são um show a parte pelas mãos de Gustavo Silva, com fraseados notáveis e que trazem aquele groove enérgico para os arranjos.

Wagner Arruda conduz com maestria a dinâmica do grupo no estilo old school, mostrando que bateria não é apenas pedal duplo e caixa.

Por fim, esse trabalho do Dr Kong é mais uma das gratas surpresas do cenário atual. Um grande presente aos fãs e saudosistas do Rock nacional.


Faixas :

Tracklist:

1- Protagonista

2- Fale Tudo

3- Honoráveis Primatas

4- Olho do Furacão

5- Consciência

6- Superficial

7- Indignação

8- Não Perca o Humor

9- Raregeito

10- Passos

11- Me Chame essa Noite

12- Por Sorte

13- Metanoia

Membros :

Flávio de Carvalho – vocais
Eliel Carvalho – guitarras
Gustavo de Carvalho – guitarras
Gustavo “Cachopps” Silva – baixo
Wagner “Capucho” Arruda – bateria

Voodoo Shyne: novo ábum “Dispassion” já está disponível em todas as plataformas digitais (Deezer, Spotify, Itunes, Amazon).

O título “Dispassion” foi retirado do filme “Os Oito Odiados” de Quentin Tarantino e pode ser traduzido como desapego, imparcialidade, objetividade, ou em outras palavras o oposto de paixão.

Apresentando uma sonoridade híbrida com riffs distorcidos e melodias colantes, teve influência de bandas como Queens of the Stone AgeEagles of Death MetalMotorhead e Black Sabbath

Cantado em inglês e português abre os caminhos para novas experimentações musicais com desapego total às tendências, mas sem deixar de ser um genuíno disco de rock.

Além dos baixos, vozes e synths de Voodoo Shyne, o line up conta com Estevan Sinkovitz (Marrero) nas guitarras e Danilo Cremasco na bateria.

O álbum teve produção conjunta de Tiago Hóspede (Worst), Voodoo Shyne e Estevan Sinkovitz e participação de Maurício Figueiredo nas guitarras e synths.

Mais Informações :

www.facebook.com/vshyne

www.soundcloud.com/voodooshyne

www.youtube.com/voodooshyne

www.instagram.com/voodooshyne

Exylle: uma das revelações do Thrash Metal nacional acaba de liberar seu novo vídeo clipe oficial da faixa “Immortal Dies”

O Thrash Metal casca grossa da banda curitibana Exylle, acaba de ganhar um aporte ainda maior na divulgação das novas músicas que o grupo está criando para findar o lançamento do aguardo primeiro disco da carreira.

 

Em seu canal oficial do YouTube foi liberado o clipe de “Immortal Dies”, as filmagens apresentam os músicos executando a faixa com muito talento, velocidade e técnica. Considerado por muitos como uma das principais promessas do estilo da região sul do Brasil, a Exylle está em plena atividade e planejando vários lançamentos entre o fim de 2017 e início de 2018.

 

A letra de “Immortal Dies” é uma crítica nociva ao fanatismo religioso e a alienação que isso gera há toda uma sociedade. Utilizando como embasamento as ideias utópicas e fantasiosas sobre as divindades imortais, o grupo Exylle, difere do que se é imposto pela religião e questiona essa imortalidade, afirmando que o sagrado pode morrer.

 

Assista ao clipe de “Immortal Dies”:

https://www.youtube.com/watch?v=y4AHdt9pgHk

 

O clipe teve todas as imagens captadas em parceria entre o estúdio “Plug and Play” e o guitarrista Kevin Vieira que também cuidou da mixagem e masterização. Filmagens e edição de vídeo ficou a cargo de Tyrone Hirt.

 

Exylle é formado por:

Victor Hugo: Vocal/Baixo

Kevin Vieira: Guitarra

Johnny Bordignon – Guitarra

Rycardo Antonio – Bateria

 

Mais informações:

Facebook:https://www.facebook.com/ExylleOficial/

Roadie Metal Press:https://roadie-metal.com/press/exylle/

Affront: banda fecha lançamento de Angry Voices e novo disco com gravadora francesa

O álbum “Angry Voices” do grupo Affront foi lançado oficialmente de forma independente em janeiro de 2017, nesses meses após o lançamento do disco, a banda vem recebendo críticas positivas do trabalho e alcançando visibilidade de produtores, mídias, fãs e gravadoras internacionais, que buscam uma aproximação direta junto ao trabalho da Affront.

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Dentre as várias propostas surgidas nesse tempo, o vocalista e fundador da Affront, M. Mictian, acaba de assinar com a gravadora francesa “PolyMorphe Recs” o lançamento do álbum “Angry Voices” em toda a Europa no mês de janeiro de 2018, incluindo duas faixas bônus e um novo álbum que será lançado com exclusividade pela “PolyMorphe” em novembro do mesmo ano.

https://www.youtube.com/watch?v=TbhhWkrS2fw

Affront é uma banda surgida na cidade do Rio de Janeiro que executa em suas linhas um Thrash/Death pesado e sombrio, a banda liderada por M. Mictian (Unearthly) vem se apresentando constantemente em vários festivais no país e atualmente prepara seu tour internacional para o ano de 2018.

Atualmente o Affront é formado por:

M. Mictian: Vocal/Baixo

R. Rassan: Guitarra

Thiago Caneda: Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/affrontmetal/

Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/affront/

Apple Sin – “Apple Sin”(2017)

Essa é uma banda que vou querer acompanhar e espero que evolua a cada novo trabalho, pois há muito potencial aqui. Quem curte o metal de linhas tradicionais e que nos remete principalmente ás bandas da NWOBHM deve dar uma conferida no trabalho de estréia dessa galera da cidade de Barroso/MG.

A estréia da banda Apple Sin se dá por um trabalho cheio de potencial e que foi muito bem elogiado pela mídia especializada. No total são 10 faixas, com alguns grandes momentos como nas músicas “Apple Sin” (puro anos 80) e “Another Day”, onde a alma do Metal tradicional transborda, seja pela energia contida nos riffs, pelo contrabaixo pulsante e de linhas bem elaboradas que fazem uma ótima dinâmica com a bateria ou pelos vocais que mostram sua inspiração sem emular Bruce Dickinson.

Essas duas faixas mostram a paixão da banda pelo Metal, juntamente com a bônus track “Roadie Metal”, hino que homenageia um dos maiores veículos de comunicação da cena nacional.

Apesar das referências musicais estampadas de forma bem nítida é perceptível que a banda ainda está buscando definir seu som. Temos uma produção bem orgânica e simples que ressalta os timbres crus das guitarras, mas que na contramão nos carece de um peso extra na bateria, algo que traria um impacto maior nas músicas.

A notável influencia do Iron Maiden sobre o grupo confere aquele toque de reverência aos mestres, mas é uma característica que impregna alguns momentos do álbum de maneira bastante forte, principalmente nas linhas vocais mais agudas de Patric Belchior. Este por sua vez, mostra que possui variações de timbre que merecem ser exploradas de forma melhor e faz isso de maneira bem equilibrada na excelente trinca “Fire Star” (mesmo soando como um petardo perdido do Iron Maiden), “Black Hole” e “Roaches Blood”.

Nessas três faixas a banda mantém um pé no tradicional ao mesmo tempo em que adiciona uma pegada mais Thrash e moderna em seus arranjos, nos mostrando um direcionamento que poderia ser tomado como foco em seu próximo álbum.

Todos os músicos são excelentes, mas uma característica marcante é o trabalho de guitarra da dupla Beto Carlos e Tainan Vilela que entre tantos riffs poderosos e solos grandiosos, merecem um destaque maior na faixa “Sea of Sorrow”, que possui um solo amparado pelas harmonias de teclado conseguindo criar uma atmosfera memorável.

Os dois pontos baixos do álbum são a breve instrumental que inicia o disco (numa tentativa de criar uma atmosfera serena a ser quebrada pelos riffs iniciais de “Sea of Sorrow”) e “Respect”, uma balada que soa meio deslocada do álbum, mas ressalta que o vocalista possui outros timbres e variações vocais que merecem ser exploradas.

Esse é mais um trabalho do nosso underground que vale a pena ser conferido!

    Faixas : 
01. Intro
02. Sea Of Sorrow
03. Darkness And World
04. Apple Sin
05. Another Day
06. Respect
07. Fire Star
08. Black Hole
09. Roaches Blood
10. Roadie Metal (bonus-track)

Membros:
Patric Belchior – vocais
Beto Carlos – guitarras
Tainan Vilela – guitarras
Raul Ganso – baixo
Eduardo Rodruigues – bateria
Phillipe Belchior – teclados (adicional)

 

Lançada a Coletânea Rock Soldiers vol. 22

A cena underground nacional possui diversos apoiadores, várias pessoas importantes que seguem contribuindo sempre para o fortalecimento e difusão da mesma.

Uma dessas pessoas é o grande Marivan Ugoski (UGK Discos), idealizador da Coletânea Rock Soldiers.
Chegando à sua 22° edição, a Coletânea Rock Soldiers já é sucesso garantido e segue apresentando diversas bandas do cenário underground, passando por vários estilos, indo do Punk, Hardcore, até o Death, Thrash e Grindcore.

AS BANDAS PARTICIPANTES: 

CD 01


A Rua (GO)


Agorah (TO)


Amorfo (SP)

Animal Core (MG)

Ato Abusivo (PA)

Bloodshed (MG)

Coccyx (MG)

Dependência Pulmonar (DF)

Fim do Mundo (DF)

Fire Angel (AC)
 
 


CD 02:

Paa Tal (RS)


Prostibulus (GO)

Rastilho (RS)

Sagrado Inferno (MG)

Silence Means Death (ES)

Soulchamber (MG)

Soul Torment (RS)

Tessalonica (SP)

Torrencial (SP)

Toxic Carnage (SP)
 

Informações: https://m.facebook.com/cdsrocksoldiers/