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Ravenous Mob prepara 2018 cheio de novidades e lançamentos. Confira na matéria abaixo:

A banda mineira de Heavy/Thrash, Ravenous Mob, planeja um ano de 2018 repleto de novidades importantes e com vários lançamentos envolvendo a música, merchandising e tour.

O primeiro passo foi dado em 2017, após o lançamento do EP “Unholy Secrets”, as músicas foram disponibilizadas apenas em formato digital e estão disponíveis gratuitamente nas principais plataformas de Streaming do mundo.

 

Já para 2018, o passo tomado foi recrutar de volta o ex-guitarrista e fundador do grupo, Ewerton Melo, o músico além de refazer todas as guitarras do novo álbum, conseguiu equilibrar o peso e a técnica com o outro guitarrista Lucas Lima.

 

O processo de criação, que ficou por pouco tempo parado, já está com sua maior parte finalizado, faltando apenas alguns ajustes e masterização oficial. O grupo também informou que o novo registro irá conter nove faixas e todas com assuntos relevantes sobre temas diversos, porém corriqueiros do dia a dia da sociedade.

Em breve, capa, single, tracklist e vídeo clipe, serão trabalhados de forma intensa pelo grupo. O material do novo álbum, que ainda não teve seu nome revelado, será lançado primeiramente em formato físico e posteriormente digital.

Ravenous Mob é formada por:

Michael Almeida – Vocal

Lucas Lima – Guitarra

Ewerton Melo – Guitarra

Filipe Zimmermann – Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/Ravenous.Mob/

Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/ravenous-mob/

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Disaster Cities e Grindhouse: noite de estreias em São Paulo

Bandas do cast da Abraxas tocam nesta sexta, 24, no Estúdio Costella

          Arte: Rafael Panegalli

Apontado como um dos mais requisitados da capital paulista, principalmente entre as bandas do cenário alternativo, o Estúdio Costella recebe nesta sexta-feira, 24, dois nomes da nova geração e que pertencem ao cast da Abraxas: o Disaster Cities, que faz neste evento a sua estreia em palcos, e a Grindhouse, em processo de gravação do primeiro full length. Os shows começam a partir das 20 horas e o ingresso tem preço camarada: R$ 20.

Formada em 2017 no eixo São Paulo-Santa Catarina, aDisaster Cities enfim realiza o primeiro show para tocar os três primeiros singles, “Right Next to you“, “Brave New Heart” e “Death Blues“, lançadas no segundo semestre do ano pela Abraxas nas principais plataformas de streaming, além de outras inéditas. 
Sem fronteiras e sem limitações sonoras, o power trio formado por Matheus Andrighi (guitarra/voz), Rafael Panegalli (baixo/voz) e Ian Bueno (bateria) aproxima o stoner do hard rock, o grunge ao blues, e provarão agora em palco porque devem figurar em listas de fim de ano como uma das grandes sensações do rock nacional. Ouça os dois últimos singles aqui: https://ONErpm.lnk.to/DisasterCities


Grindhouse é a mais nova banda do selo da Abraxas. O experiente quarteto Leandro Carbonato (voz e guitarra), Roger Marx (baixo), Luiz Natel (guitarra) e Gustavo Cardoso (bateria) já abriu para as gringas Red Fang, Mars Red Sky e Atomic Bitchwax e é reconhecido pela sonoridade explosiva e autêntica, combinando elementos de Black Sabbath e Fu Manchu, embalados à aura punk

Nesta sexta, eles tocarão pela primeira vez uma das músicas que estará no debut, em processo de gravação no próprio Estúdio Costella (com supervisão de Gabriel Zander) e previsto para os meses iniciais de 2018. 

SERVIÇO

ABRAXAS APRESENTA DISASTER CITIES E GRINDHOUSE NO ESTÚDIO COSTELLA 

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/161817121079813/

Data: 24 de novembro de 2017 (sexta-feira)

Horário: 20 horas

Local: Estúdio Costella

Endereço: rua Aimberê, 01258-020, São Paulo/SP

Ingresso: R$ 20

Seventh Sign From Heaven: dia 18 de novembro banda oficializa lançamento oficial do primeiro disco com um super show na cidade de Picos/PI

O Nordeste continua sua saga incansável de revelar grandes músicos e bandas de Metal, sendo considerado por muitos um dos principais expoentes do estilo, grupos de várias vertentes surgem e mostram a qualidade e força que nosso país possui quando o assunto se trata de música pesada.

 

Formada no estado do Piauí, uma nova banda surge com força e músicos talentosos que elevam a bandeira do Heavy Metal Tradicional, o Seventh Sign From Heaven, já possui um EP lançado fisicamente e vem se preparando para disponibilizá-lo nas principais plataformas de Streaming do mundo. Intitulado de “Judment of Egypt” o primeiro registro do grupo possui cinco faixas e foi lançado recentemente e vem ganhando força perante os fãs.

 

Em comemoração ao lançamento do álbum, a banda, informou a realização de um evento na cidade de Picos/PI para oficializar o lançamento do EP “Judgement of Egypt” com um show repleto de muito bom gosto e música pesada.

 

O show irá ocorrer dia 18 de novembro no “Empório Beer” na cidade de Picos/PI, antes do show da Seventh Sign From Heaven, o músico Ezequial Veloso será o encarregado de fazer a abertura do evento. Os ingressos estão sendo vendidos por R$15,00 ou R$10,00 mais 1kg de alimento não perecível.

 

Mais informações sobre o evento, basta entrar em contato com a banda Seventh Sign From Heaven pelo link abaixo:

https://www.facebook.com/seventhsignfromheave/

 

Top 5: Judas Priest

#5 – Sad Wings of Destiny (1976)

O segundo álbum dos britânicos nos mostra uma abordagem diferente da apresentada em seu début.

Com uma pegada mais agressiva, veloz e uma técnica melhor ultilizada, esse álbum esboça o que se tornaria o Speed Metal da próxima década.

#4 – Brtish Steel (1980)

Com este trabalho o Judas Priest quebrou as correntes daquela sonoridade Blues progressiva clássica dos anos 70, trazendo um som cru e direto, muito mais rápido e agressivo que seus antecessores.

#3 – Painkiller (1990)

Depois de um álbum mais direcionado ao pop comercial da época e outro muito mal produzido, Painkiller é um verdadeiro resgate.

Evoluindo e adaptando-se ao estilo que ajudaram a criar, a banda atinge seu ponto máximo (técnica, composição, performance) e nos entrega um dos maiores clássicos do gênero.

#2 – Screaming For Vengeance (1982)

Resultado do amadurecimento da banda, sem vacilos, com composições firmes e muita musicalidade. Uma das melhores produções da discografia da banda. A voz de Halford estava perfeita. Possui um peso cristalino e arranjos inspiradíssimos.

#1 – Defenders of The Faith (1984)

É como um British Steel mais denso, de som mais escuro, mas com a mesma energia. A performance de K.K. Downing e Glen Tipton é uma das melhores daquela década. É um álbum do nível de Painkiller, com mudanças apenas de técnica, mas aqui o Judas Priest estava em sua plenitude caminhando com soberania pela estrada que ajudou pavimentar.

 

Apple Sin – “Apple Sin”(2017)

Essa é uma banda que vou querer acompanhar e espero que evolua a cada novo trabalho, pois há muito potencial aqui. Quem curte o metal de linhas tradicionais e que nos remete principalmente ás bandas da NWOBHM deve dar uma conferida no trabalho de estréia dessa galera da cidade de Barroso/MG.

A estréia da banda Apple Sin se dá por um trabalho cheio de potencial e que foi muito bem elogiado pela mídia especializada. No total são 10 faixas, com alguns grandes momentos como nas músicas “Apple Sin” (puro anos 80) e “Another Day”, onde a alma do Metal tradicional transborda, seja pela energia contida nos riffs, pelo contrabaixo pulsante e de linhas bem elaboradas que fazem uma ótima dinâmica com a bateria ou pelos vocais que mostram sua inspiração sem emular Bruce Dickinson.

Essas duas faixas mostram a paixão da banda pelo Metal, juntamente com a bônus track “Roadie Metal”, hino que homenageia um dos maiores veículos de comunicação da cena nacional.

Apesar das referências musicais estampadas de forma bem nítida é perceptível que a banda ainda está buscando definir seu som. Temos uma produção bem orgânica e simples que ressalta os timbres crus das guitarras, mas que na contramão nos carece de um peso extra na bateria, algo que traria um impacto maior nas músicas.

A notável influencia do Iron Maiden sobre o grupo confere aquele toque de reverência aos mestres, mas é uma característica que impregna alguns momentos do álbum de maneira bastante forte, principalmente nas linhas vocais mais agudas de Patric Belchior. Este por sua vez, mostra que possui variações de timbre que merecem ser exploradas de forma melhor e faz isso de maneira bem equilibrada na excelente trinca “Fire Star” (mesmo soando como um petardo perdido do Iron Maiden), “Black Hole” e “Roaches Blood”.

Nessas três faixas a banda mantém um pé no tradicional ao mesmo tempo em que adiciona uma pegada mais Thrash e moderna em seus arranjos, nos mostrando um direcionamento que poderia ser tomado como foco em seu próximo álbum.

Todos os músicos são excelentes, mas uma característica marcante é o trabalho de guitarra da dupla Beto Carlos e Tainan Vilela que entre tantos riffs poderosos e solos grandiosos, merecem um destaque maior na faixa “Sea of Sorrow”, que possui um solo amparado pelas harmonias de teclado conseguindo criar uma atmosfera memorável.

Os dois pontos baixos do álbum são a breve instrumental que inicia o disco (numa tentativa de criar uma atmosfera serena a ser quebrada pelos riffs iniciais de “Sea of Sorrow”) e “Respect”, uma balada que soa meio deslocada do álbum, mas ressalta que o vocalista possui outros timbres e variações vocais que merecem ser exploradas.

Esse é mais um trabalho do nosso underground que vale a pena ser conferido!

    Faixas : 
01. Intro
02. Sea Of Sorrow
03. Darkness And World
04. Apple Sin
05. Another Day
06. Respect
07. Fire Star
08. Black Hole
09. Roaches Blood
10. Roadie Metal (bonus-track)

Membros:
Patric Belchior – vocais
Beto Carlos – guitarras
Tainan Vilela – guitarras
Raul Ganso – baixo
Eduardo Rodruigues – bateria
Phillipe Belchior – teclados (adicional)

 

Fatal Scream – “From Silence to Chaos” (2016)

Da cidade de Ribeirão Preto/SP, a banda Fatal Scream lança seu debut, “From Silence to Chaos”.

Sendo uma banda relativamente nova, idealizada em 2012, e que está lançando seu primeiro trabalho com tamanha qualidade, a banda inicia sua carreira chegando com os dois pés na porta.

Sua sonoridade é uma mistura bem dosada de estilos como o Thrash, Power e o Heavy Metal, o que resulta em um trabalho com peso, técnica e dinâmica na dose certa.

Os riffs encorpados e a cozinha densa destacam essas características, acompanhados pelas fortes melodias do poderoso vocal de Carol Lima, grande destaque desse álbum.

Faixas como “Killer Wolf”, com seu peso e refrão pegajoso, “Before The Judgement”, a qual soa como um clássico atemporal e “Betrayer”, agressiva e cheia de groove mostram que a banda caminha com bastante segurança dentro dos estilos citados.

Outro ponto forte nesse trabalho é a produção sonora. O trabalho feito por Rômulo Felício, no Under Studio, possui clareza e naturalidade entre o equilíbrio de cada timbre sem perder o peso e a agressividade sonora da banda.

O único ponto fraco, mas não menos importante, é o material gráfico.

A capa está interessante, mas no interior do encarte as letras estão espremidas, algumas legíveis e outras de difícil visualização.

Numa era onde o download gratuito reina, acho que as bandas (principalmente da cena underground) deveriam investir um pouco mais na qualidade de seu produto final, não desmerecendo a parte gráfica e tornando a, assim, um atrativo a mais.

Carol Lima (Vocal)

Diego Aricó (Guitarra)

Rodrigo Hurtiga Trujillo (Baixo)

Carlos Lourenço (Bateria)

José Roberto Cardoso (Guitarra)

Abraxas relança álbum de doom cantado em português da banda Into the Dust

O selo da Abraxas ataca desta vez com o relançamento de um petardo do stoner/doom metal, direto do Distrito Federal: o EP de estreia da banda Into the Dust, lançado em 2014, agora disponível nas principais plataformas de streaming, altamente recomendado para fãs de Black Sabbath, Candlemass e Saint Vitus. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/ITD.

Nome recorrente da cena de Brasília com 20 anos de carreira, a Into de Dust nasceu em 1996 em Gama das cinzas do Grothesc, projeto de thrash/death metal do vocalista/guitarrista Nassat e do baixista Santos – a dupla está até hoje à frente da banda e são os principais responsáveis pela composições do EP. A formação ainda conta com o baterista Marra.

‘ITD’ traz um visceral Into the Dust em sete músicas arrastadas, pesadas e com muito groove. Todas as faixas são cantadas em português, o que torna a sonoridade ainda mais crua e verdadeira. As gravações do EP, conta Santos, foram marcadas por diversos percalços, pessoais e profissionais, e o resultado é um turbilhão de sentimentos em forma de riffs e batidas. ‘ITD’ foi gravado no Broadband Studio, por Caio Duarte, e a capa é Tiago Prado, artista do Rio Grande do Norte.

CONTATO PARA A IMPRENSA Erick Tedesco Assessoria de Imprensa – Abraxas Produtora (19) 99616 2999 (cel e whatsapp) facebook.com/abraxasevents facebook.com/tedesco.midia http://abraxas.fm

Impellitteri – “Venom” (2015)

Competência é o que você pode esperar desse álbum rápido, pesado e técnico. Combinação perfeita entre o Speed e o Heavy Metal do início ao fim com influências do Metal Neoclássico muito bem aplicadas.

Rob Rock é mais um dos grandes vocalistas em atividade atualmente (não é à toa que é conhecido como “A voz do Metal Melódico), mesclando perfeitamente peso e melodia em sua voz.

O guitarrista virtuoso Chris Impellitteri goza de toda sua técnica e velocidade com solos bronhentos para os fans de shred, tornando se repetitivo às vezes, porém, quem brilha mesmo nesse álbum é o baterista Jon Dette ( ex-Testament, Slayer) que traz todo o peso e velocidade com o excelente trabalho de pedal duplo e viradas muito bem executadas.

Vale conferir esse trabalho cheio de velocidade e melodias chiclete.

Fallen Idol – “Seasons of Grief” (2016)

Formada em 2012, na cidade de Arujá/SP, a banda Fallen Idol está lançando seu segundo álbum, “Seasons of Grief”, um trabalho que apresenta bastante qualidade já de cara, com um material físico muito bonito e bem trabalhado, que passa uma atmosfera lúgubre, soturna e torna a experiência mais orgânica.

A sonoridade se baseia no Doom Metal tradicional dos anos 80. Arranjos arrastados e densos com passagens bem desenvolvidas e atmosféricas resultam em um trabalho rico em referências á bandas clássicas como Candlemass Black Sabbath.

A citada atmosfera lúgubre e soturna permeia o álbum ao longo de suas 7 faixas num perfeito equilíbrio entre peso e cadência.

As faixas ” Seasons of Grief”, “Nobody’s Life” e “Unceasing Guilt” iniciam o álbum destacando arranjos arrastados e densos.

“Heading for Extinction” agrega mais peso ao som da banda, com uma pegada Thrash, através dos ótimos riffs de Rodrigo Sitta.

Com cara de clássico, “The Boy and The Sea” segue com peso e um dos melhores solos do álbum.

“Worsheep Me” traz de volta a cadência inicial e ressalta novamente que o Fallen Idol tem tudo para se tornar referência nacional no gênero.

Fechando o álbum temos a faixa “Satan’s Crucifixion”, um Heavy Metal tradicional. Essa faixa lembra bastante o som que o Black Sabbath fez em seus dois primeiros álbuns.

A performance de Rodrigo Sitta me surpreendeu, pois além dos riffs bem característicos e dos solos que se encaixam perfeitamente nos arranjos, suas linhas vocais mostram que ele tem bastante destreza na hora de tocar e cantar.

Márcio Silva é aquele tipo de baixista que consegue soar tão interessante quanto o guitarrista, soando técnico e preciso mas também cheio de feeling.

Na bateria, Ulisses Campos faz seu trabalho com muito bom gosto, criatividade e técnica também.

Fallen Idol é mais uma banda que está aí para acrescentar qualidade à cena e proporcionar a boa música para quem procura.

Stonex – “Seeds of Evil” (2014)

Apresentando essa banda da cidade de Aracaju/SE temos o EP “Seeds of Evil”, com 4 faixas e uma produção que evidencia toda a qualidade da banda.

Eles fazem um som guiado pelas raízes tradicionais do Heavy Metal e do Hard Rock que reverencia os anos 70 e início dos anos 80 sem toda aquela lapidação e brilho das produções modernas.

Com esse direcionamento sonoro e uma material gráfico bem simples a banda faz jus ao termo underground, agregando bastante qualidade ao cenário nacional.

As 4 faixas destoam harmoniosamente umas das outras sem perder a identidade, resultado da criatividade musical da banda que consegue unir todos os seus elementos característicos e influências em músicas simples, diretas e bem construídas.

O vocal de Pedro Ramon  Guerreiro é rouco, não como o de Lemmy Kilmister, lembra mais Black Lawless mais contido.

A excelente performance de baixo em “Seeds of Evil” foi gravada por Atílio Bass, o qual teve que deixar o posto no final de 2016, atualmente quem comanda as cordas graves é Alessandro  Mongini.
Os riffs sabbáticos e quase hipnóticos do início de “Maggots in my Brain” são cortesia de Mark Hazz. Sua marca registrada, além dos ótimos timbres, são os solos classudos com aquele toque selvagem de Jimmy Hendrix e K.K. Downing.

O “maestro” Adriano Tavares conduz as baquetas em uma performance espetacular. Não se limitando à apenas bumbo duplo e caixa, conferindo uma marcação enérgica e dinâmica para cada faixa.

Espero que a banda continue nessa pegada vintage e logo mais, lance um álbum completo.