Trator BR – “Floresta Armada” 

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Coletânea Rock Out Of The Box [Volume – I]: baixe a coletânea gratuitamente

É com imensa honra e satisfação que apresentamos a coletânea Rock Out Of The Box volume 01. O compilado conta com 13 bandas nacionais de diversos estilos entre eles rock n’ roll, hard rock e heavy metal. Após vários dias de planejamento, enfim o material vira realidade, graças ao apoio das bandas que nos ajudaram nesse planejamento. O mesmo está disponível em algumas plataformas digitais, como também para download no nosso site.

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Track List:
01. Salário Mínimo – Fatos Reais
02. Metalmorphose – A Cobra Fumou
03. Harppia – Black Joe
04. Arandu Arakuaa – Nhandugûasu
05. PSD (Pesadello) – Todo Mundo Pode
06. Dancing Flame – Warriors Path
07. Pop Javali – Hollow Man
08. Broken Jazz Society – Mongrel Cat
09. Magister – The Endless Path
10. Transcendent – Second Breath
11. Apple Sin – Sea Of Sorrow
12. Atlantis – Lost In Time
13. Guilherme Costa – Come On And Play
Para ouvir, basta visitar os links abaixo:
Acompanhe o Programa Rock Out Of The Box através das redes:
Acompanhe a Cangaço Rádio Rock através das redes:

​Fonte: Cangaço Rádio Rock/Cangaço Rock Comunicações

R.I.V. Prog-Core “Welcome to Prog Core” (2016)

A banda R.I.V. Prog Core (Rhythms In Violence), foi formada em Belo Horizonte no ano de 1988, permanecendo ativa até 1996.

A formação original voltou para a gravação da DEMO “Welcome to Prog-core” (se desfazendo logo após) e nos entrega 4 faixas virulentas.

Criadores do estilo Prog Core, eles não se limitam apenas ao Progressivo e o Hardcore, há também umas pinceladas de Thrash Metal e Crossover, resultando em um som agressivo e áspero.

As 4 faixas captam perfeitamente a ideia da banda. Mesmo que a princípio seja um pouco confuso tantos riffs rápidos e variados com constantes quebras de ritmo, o som do grupo cativa a audição já de primeira.

Destaque para a insana “Freaks in Action”, essa faixa é sobrehumana.

Formação:
Helbert de Sá – vocal
Cláudio Freitas – guitarra
Rodrigo Boechat – baixo
Ricardo Parreiras – bateria

Músicas:
01 – Headache
02 – Animal
03 – Freaks In Action
04 – No… P.A.S.

Top 5: Judas Priest

#5 – Sad Wings of Destiny (1976)

O segundo álbum dos britânicos nos mostra uma abordagem diferente da apresentada em seu début.

Com uma pegada mais agressiva, veloz e uma técnica melhor ultilizada, esse álbum esboça o que se tornaria o Speed Metal da próxima década.

#4 – Brtish Steel (1980)

Com este trabalho o Judas Priest quebrou as correntes daquela sonoridade Blues progressiva clássica dos anos 70, trazendo um som cru e direto, muito mais rápido e agressivo que seus antecessores.

#3 – Painkiller (1990)

Depois de um álbum mais direcionado ao pop comercial da época e outro muito mal produzido, Painkiller é um verdadeiro resgate.

Evoluindo e adaptando-se ao estilo que ajudaram a criar, a banda atinge seu ponto máximo (técnica, composição, performance) e nos entrega um dos maiores clássicos do gênero.

#2 – Screaming For Vengeance (1982)

Resultado do amadurecimento da banda, sem vacilos, com composições firmes e muita musicalidade. Uma das melhores produções da discografia da banda. A voz de Halford estava perfeita. Possui um peso cristalino e arranjos inspiradíssimos.

#1 – Defenders of The Faith (1984)

É como um British Steel mais denso, de som mais escuro, mas com a mesma energia. A performance de K.K. Downing e Glen Tipton é uma das melhores daquela década. É um álbum do nível de Painkiller, com mudanças apenas de técnica, mas aqui o Judas Priest estava em sua plenitude caminhando com soberania pela estrada que ajudou pavimentar.

 

Apple Sin – “Apple Sin”(2017)

Essa é uma banda que vou querer acompanhar e espero que evolua a cada novo trabalho, pois há muito potencial aqui. Quem curte o metal de linhas tradicionais e que nos remete principalmente ás bandas da NWOBHM deve dar uma conferida no trabalho de estréia dessa galera da cidade de Barroso/MG.

A estréia da banda Apple Sin se dá por um trabalho cheio de potencial e que foi muito bem elogiado pela mídia especializada. No total são 10 faixas, com alguns grandes momentos como nas músicas “Apple Sin” (puro anos 80) e “Another Day”, onde a alma do Metal tradicional transborda, seja pela energia contida nos riffs, pelo contrabaixo pulsante e de linhas bem elaboradas que fazem uma ótima dinâmica com a bateria ou pelos vocais que mostram sua inspiração sem emular Bruce Dickinson.

Essas duas faixas mostram a paixão da banda pelo Metal, juntamente com a bônus track “Roadie Metal”, hino que homenageia um dos maiores veículos de comunicação da cena nacional.

Apesar das referências musicais estampadas de forma bem nítida é perceptível que a banda ainda está buscando definir seu som. Temos uma produção bem orgânica e simples que ressalta os timbres crus das guitarras, mas que na contramão nos carece de um peso extra na bateria, algo que traria um impacto maior nas músicas.

A notável influencia do Iron Maiden sobre o grupo confere aquele toque de reverência aos mestres, mas é uma característica que impregna alguns momentos do álbum de maneira bastante forte, principalmente nas linhas vocais mais agudas de Patric Belchior. Este por sua vez, mostra que possui variações de timbre que merecem ser exploradas de forma melhor e faz isso de maneira bem equilibrada na excelente trinca “Fire Star” (mesmo soando como um petardo perdido do Iron Maiden), “Black Hole” e “Roaches Blood”.

Nessas três faixas a banda mantém um pé no tradicional ao mesmo tempo em que adiciona uma pegada mais Thrash e moderna em seus arranjos, nos mostrando um direcionamento que poderia ser tomado como foco em seu próximo álbum.

Todos os músicos são excelentes, mas uma característica marcante é o trabalho de guitarra da dupla Beto Carlos e Tainan Vilela que entre tantos riffs poderosos e solos grandiosos, merecem um destaque maior na faixa “Sea of Sorrow”, que possui um solo amparado pelas harmonias de teclado conseguindo criar uma atmosfera memorável.

Os dois pontos baixos do álbum são a breve instrumental que inicia o disco (numa tentativa de criar uma atmosfera serena a ser quebrada pelos riffs iniciais de “Sea of Sorrow”) e “Respect”, uma balada que soa meio deslocada do álbum, mas ressalta que o vocalista possui outros timbres e variações vocais que merecem ser exploradas.

Esse é mais um trabalho do nosso underground que vale a pena ser conferido!

    Faixas : 
01. Intro
02. Sea Of Sorrow
03. Darkness And World
04. Apple Sin
05. Another Day
06. Respect
07. Fire Star
08. Black Hole
09. Roaches Blood
10. Roadie Metal (bonus-track)

Membros:
Patric Belchior – vocais
Beto Carlos – guitarras
Tainan Vilela – guitarras
Raul Ganso – baixo
Eduardo Rodruigues – bateria
Phillipe Belchior – teclados (adicional)