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Gods & Punks repercute sucesso do debut Into the Dunes of Doom

Álbum está disponível em serviços de streaming e em formato CD

            Foto: Victor Mancebo​

Apenas um mês após lançado em serviços de streaming e em formato físico (CD), “Into the Dunes of Doom”, o primeiro full length do Gods & Punks, recebeu somente críticas positivas da mídia brasileira e estrangeira, que destacaram principalmente a capacidade da banda carioca em apresentar composições que fundiram com precisão os gêneros stoner, doom e progressivo a partir de andamentos bem sacados e muitos riffs. As músicas do disco também funcionaram ao vivo e a repercussão veio na mini turnê realizada entre os meses de outubro e início de novembro.

 

Unânime quanto à relevância do trabalho do Gods & Punks na ainda em formação cena stoner nacional, as resenhas divergiram, no entanto, sobre os destaques do álbum. “Achei muito legal que o pessoal diversificou ao apontar as suas músicas favoritas. Ouvi todas sendo apontadas como favoritas em algum momento. A receptividade foi muito melhor do que a gente esperava, tanto em resenhas quanto opiniões de pessoas que ouvimos”, comenta o vocalista Ale Canhetti.

 

A volta aos palcos com material novo também promoveu sentimentos exaltados à banda, que é completada por Pedro Canhetti, Rafael Daltro (guitarra), Danilo Oliveira (baixo) e Arthur Rodrigues (bateria). “Agendar a mini turnê do disco foi muito mais trabalhoso que gravar ele. Foi muito bom tocar as músicas pro pessoal, elas foram super bem recebidas e nossos melhores shows foram nesse tempo”, destaca o vocal.

 

Na opinião de Canhetti, a música de “Into the Dunes of Doom” que melhor funciona ao vivo é “Subatomic Wormhole”. “O peso dela ao vivo é outra coisa. Em termos de contagiar o público, acho que seria ‘Mushroom Cloud’. Quando a gente toca Mushroom, eu costumo sair do palco e falar com o pessoal, beber uma água etc., e eu sempre fico observando as pessoas nesse momento, e vejo elas bem animadas”.

 

O entusiasmo do sucesso imediato de “Into the Dunes of Doom“, disponível em CD e online pelo esforço da banda junto às gravadoras Abraxas, Dinamite Records e Red House (Chile), animou o quinteto a já pensar em novas composições, e consequentemente, um novo álbum que deve trazer novas referências musicais ao stoner progressivo.  “O plano é lançar o próximo disco no primeiro semestre do ano que vem. Já começamos a compor e queremos fazer algo diferente. Dunes teve muito prog, muito stoner. Vamos pegar o núcleo do nosso som, que a gente apresentou no EP, e misturar com outras influências tipo doom, thrash, space etc. A gente não quer deixar a bola cair, além disso, nos divertimos muito compondo”, enfatiza Canhetti.


Gods & Punks – Into the Dunes of Doom
(Abraxas/Red House/Dinamite Rec.)
Ouça aqui:
https://onerpm.lnk.to/GodsAndPunks


1. Dunes of Doom (05:31)

2. Civilization (06:59)

3. Rise from the Sand (00:54)

4. Signs of Life (03:57)

5. Mushroom Cloud (04:16)

6. Subatomic Wormhole (06:03)

7. The Encounter (14:01)

Todas as músicas compostas por Gods & Punks 
Todas as letras escritas por Alexandre Canhetti 
Mixado por Arthur Rodrigues 
Masterizado por Andre Leal e Kleber Mariano no Estúdio Jukebox 
Gravado ao vivo no Estúdio MATA (RJ) em 29 e 30 de julho de 2017

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Apple Sin – “Apple Sin”(2017)

Essa é uma banda que vou querer acompanhar e espero que evolua a cada novo trabalho, pois há muito potencial aqui. Quem curte o metal de linhas tradicionais e que nos remete principalmente ás bandas da NWOBHM deve dar uma conferida no trabalho de estréia dessa galera da cidade de Barroso/MG.

A estréia da banda Apple Sin se dá por um trabalho cheio de potencial e que foi muito bem elogiado pela mídia especializada. No total são 10 faixas, com alguns grandes momentos como nas músicas “Apple Sin” (puro anos 80) e “Another Day”, onde a alma do Metal tradicional transborda, seja pela energia contida nos riffs, pelo contrabaixo pulsante e de linhas bem elaboradas que fazem uma ótima dinâmica com a bateria ou pelos vocais que mostram sua inspiração sem emular Bruce Dickinson.

Essas duas faixas mostram a paixão da banda pelo Metal, juntamente com a bônus track “Roadie Metal”, hino que homenageia um dos maiores veículos de comunicação da cena nacional.

Apesar das referências musicais estampadas de forma bem nítida é perceptível que a banda ainda está buscando definir seu som. Temos uma produção bem orgânica e simples que ressalta os timbres crus das guitarras, mas que na contramão nos carece de um peso extra na bateria, algo que traria um impacto maior nas músicas.

A notável influencia do Iron Maiden sobre o grupo confere aquele toque de reverência aos mestres, mas é uma característica que impregna alguns momentos do álbum de maneira bastante forte, principalmente nas linhas vocais mais agudas de Patric Belchior. Este por sua vez, mostra que possui variações de timbre que merecem ser exploradas de forma melhor e faz isso de maneira bem equilibrada na excelente trinca “Fire Star” (mesmo soando como um petardo perdido do Iron Maiden), “Black Hole” e “Roaches Blood”.

Nessas três faixas a banda mantém um pé no tradicional ao mesmo tempo em que adiciona uma pegada mais Thrash e moderna em seus arranjos, nos mostrando um direcionamento que poderia ser tomado como foco em seu próximo álbum.

Todos os músicos são excelentes, mas uma característica marcante é o trabalho de guitarra da dupla Beto Carlos e Tainan Vilela que entre tantos riffs poderosos e solos grandiosos, merecem um destaque maior na faixa “Sea of Sorrow”, que possui um solo amparado pelas harmonias de teclado conseguindo criar uma atmosfera memorável.

Os dois pontos baixos do álbum são a breve instrumental que inicia o disco (numa tentativa de criar uma atmosfera serena a ser quebrada pelos riffs iniciais de “Sea of Sorrow”) e “Respect”, uma balada que soa meio deslocada do álbum, mas ressalta que o vocalista possui outros timbres e variações vocais que merecem ser exploradas.

Esse é mais um trabalho do nosso underground que vale a pena ser conferido!

    Faixas : 
01. Intro
02. Sea Of Sorrow
03. Darkness And World
04. Apple Sin
05. Another Day
06. Respect
07. Fire Star
08. Black Hole
09. Roaches Blood
10. Roadie Metal (bonus-track)

Membros:
Patric Belchior – vocais
Beto Carlos – guitarras
Tainan Vilela – guitarras
Raul Ganso – baixo
Eduardo Rodruigues – bateria
Phillipe Belchior – teclados (adicional)

 

Quintessente: músicos revelam todos os detalhes da criação do álbum “Songs From Celestial Spheres” em vídeo-documentário, assista

A banda carioca, “Quintessente”, vem trabalhando pesado na divulgação do seu recém-lançado “Songs From Celestial Spheres”, o álbum que foi disponibilizado primeiro via Streaming e agora em material físico luxuoso, vem recebendo apoio e críticas positivas da imprensa nacional, visando esse crescimento, o grupo libera um vídeo com depoimentos de todos os integrantes, explicando todo o processo de criação e produção do álbum.

 

O disco contém 10 faixas carregadas de emoção, findando a ansiedade gerada após tantos anos sem um lançamento oficial e consolida o grupo como um dos grandes expoentes do metal extremo nacional e no vídeo de making off do disco “Songs From Celestial Spheres”, os fãs poderão conferir depoimentos de todos os integrantes, explicando como foi a reunião entre eles após tantos anos de inatividade da banda, o processo de criação, o que almejaram criar nas letras e harmonias e detalhes sobre todo o conceito lírico do disco.

 

O vídeo é dinâmico, objetivo e possui tradução em inglês para fãs estrangeiros da banda, entenderem o que os músicos revelam nas imagens. Confira o vídeo-documentário abaixo:

 

https://youtu.be/uI1ozmqibGs

 

“Songs From Celestial Spheres” foi lançado oficialmente dia 05 de maio nas principais plataformas de streaming, os interessados em adquirir uma cópia física, o mesmo está vendido pelo custo de R$20,00 mais frete e pode ser solicitado na fã page do grupo pelo facebook.

 

Track List:

01 – The Belief of the Mind Slaves

02 – Delirium

03 – A Sort of Reverie

04 – My Last Oath

05 – Essente

06 – Eyes of Forgiveness

07 – L’Eternità Offerto

08 – Unleash Them

09 – Reflections of Reason

10 – Matronæ Gaia (Chapter II)

Formação:

André Carvalho – Vocal

Cristiano Dias – Guitarra

Cristina Müller – Teclado/ Vocal

Leo Birigui – Bateria

Luiz Fernando de Paula – Baixo

 

Mais informações:

Facebook:https://www.facebook.com/quintessente/

 

 

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Viletale: banda libera clipe da nova música “Splatterhouse” inspirada na história do Serial-Killer “Edmund Kemper”

A banda “Viletale” após anunciar a produção do seu terceiro EP, “Suicide of Dei” e revelar detalhes sobre toda a concepção do novo material, acaba de disponibilizar ao público o web clipe da faixa “Splatterhouse”, sendo esse o primeiro registro áudio visual na carreira do grupo.

https://www.youtube.com/watch?v=WdDssBu-0g0&feature=youtu.be

 

 

A música “Splatterhouse” é cercada por um tema sombrio e baseado em fatos reais, inspirados na história do Serial-Killer “Edmund Kemper”, famoso assassino de colegiais e por cometer necrofilia com os corpos, dissecando-os e obtendo prazer de variadas formas com os restos vitais de suas vítimas, a música retrata sua vida e as formas cruéis em que o mesmo sodomizava e matava somente mulheres.  Uma das referências harmônicas do grupo, ao criar a estrutura musical da faixa, é a influência das bandas “GoatPenis” e “Fleshgrinder” de Santa Catarina.

 

O álbum “Suicide of Dei” está sendo finalizado pelo grupo, que informa para os próximos meses disponibilizar o material nas principais plataformas de streaming do mundo, o álbum irá possuir cinco faixas de muito agressão e terror, um verdadeiro deleite aos fãs do Metal Extremo brasileiro.

 

A produção das novas músicas do grupo “Viletale” foram feitas pelo produtor “Jose Fernando Metzger” nos estúdios “Sonority” em Indaial/SC, todas as captações e produção visual do clipe foram feitas pelos integrantes da banda.

 

Confira a nova tracklist do álbum:

01 – OTH – The Last Message

02 – Overlord Murder

03 – Santificado Seja a Carne

04 – Splatterhouse

05 – Suicide of Dei

Formação:

Alan Ricardo-Guitarra base
Bruno Jankauskas-Vocal/Guitarra solo
Matheus Lunge-Bateria
Filipe Oliveira-Baixo

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Milk Festival II: maior festival da cidade de Jataí, em Goiás, reunirá nomes importantes do Rock/Metal nacional e fará arrecadação de leite para instituições de caridade

No dia 07 de outubro, a cidade goiana de Jataí abrigará um grande festival que reunirá nomes importantes do Rock local e do Rock/Metal nacional, o Milk Festival, que chega nesta data a sua segunda edição.

A proposta do evento, além de proporcionar uma grande festa com boa música e encontro entre os amigos, trará a reflexão sobre valores culturais, caráter e, acima de tudo, uma busca pela paz e pela compaixão para com o próximo, sem qualquer tipo de violência ou preconceito.

Ainda, o festival fará uma arrecadação de leite, que será doado para instituições de caridade da região, de uma forma que a cidade de Jataí nunca viu antes.

Como principal atração do evento, está escalada a banda paulista de Death/Thrash Metal Torture Squad, um dos principais representantes do Metal nacional mundo afora. Ainda, o Milk Festival II contará com a presença da dupla de Rock acústico Marcus Appel e Juliano, a banda Triozera, o grupo de Stoner/Psicodélico The Galo Power e a banda de Heavy/Thrash Metal Steel Soldier. Para o som mecânico, estará responsável o DJ Bruno França. Além de todas estas atrações, o evento disporá de bar, lanchonete, bancas de artesanato e exposição de motos. Ou seja: um festival para agradar a todos!

O Milk Festival II será realizado no Clube da Campeira, em Jataí. A entrada será de 30 reais, mais um litro de leite, cuja arrecadação será a propósito de doação para instituições de caridade. O evento tem o apoio da TV Sucesso e do programa Roadie Metal, A Voz Do Rock. Faça parte desta ação de caridade e deste evento com o melhor do Rock/Metal nacional.

 

SERVIÇO:
MILK FESTIVAL II, COM TORTURE SQUAD E OUTRAS ATRAÇÕES, EM JATAÍ/GO

Data: 07 de outubro
Horário: 16:00
Local: Clube da Campeira. Jataí/Goiás
Entrada antecipada: R$30,00 + 1 litro de leite

 

 

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Fatal Scream – “From Silence to Chaos” (2016)

Da cidade de Ribeirão Preto/SP, a banda Fatal Scream lança seu debut, “From Silence to Chaos”.

Sendo uma banda relativamente nova, idealizada em 2012, e que está lançando seu primeiro trabalho com tamanha qualidade, a banda inicia sua carreira chegando com os dois pés na porta.

Sua sonoridade é uma mistura bem dosada de estilos como o Thrash, Power e o Heavy Metal, o que resulta em um trabalho com peso, técnica e dinâmica na dose certa.

Os riffs encorpados e a cozinha densa destacam essas características, acompanhados pelas fortes melodias do poderoso vocal de Carol Lima, grande destaque desse álbum.

Faixas como “Killer Wolf”, com seu peso e refrão pegajoso, “Before The Judgement”, a qual soa como um clássico atemporal e “Betrayer”, agressiva e cheia de groove mostram que a banda caminha com bastante segurança dentro dos estilos citados.

Outro ponto forte nesse trabalho é a produção sonora. O trabalho feito por Rômulo Felício, no Under Studio, possui clareza e naturalidade entre o equilíbrio de cada timbre sem perder o peso e a agressividade sonora da banda.

O único ponto fraco, mas não menos importante, é o material gráfico.

A capa está interessante, mas no interior do encarte as letras estão espremidas, algumas legíveis e outras de difícil visualização.

Numa era onde o download gratuito reina, acho que as bandas (principalmente da cena underground) deveriam investir um pouco mais na qualidade de seu produto final, não desmerecendo a parte gráfica e tornando a, assim, um atrativo a mais.

Carol Lima (Vocal)

Diego Aricó (Guitarra)

Rodrigo Hurtiga Trujillo (Baixo)

Carlos Lourenço (Bateria)

José Roberto Cardoso (Guitarra)

Peso e experimentos no aguardado “Into the Mess”, novo álbum do Red Mess

Abraxas lança “Into the Mess” e escala trio de Londrina para excursionar com o Stoned Jesus em agosto

O Red Mess apresenta entrosamento e amadurecimento nas nove músicas de “Into the Mess”, álbum que o selo da Abraxas lança nesta sexta-feira nas principais plataformas de streaming.

A massa sonora de grooves e riffs servem ao ouvinte uma viagem lisérgica com categoria, o que o próprio trio paranaense chama de “fritação quântica”. Ouça e comprove: https://onerpm.lnk.to/IntoTheMess.

“Into the Mess” é uma onda de impactos, com uma visceral arte gráfica na capa do disco e composições que incremental o usual stoner rock progressivo com técnica apurada. Invés de malabarismo com os instrumentos, eles detonam no feeling, com peso em pitadas moderadas entre quebradeiras e experimentos.

“O resultado acabou sendo essa mistura bagunçada de stoner rock progressivo altamente apimentado. A ideia de composição desses sons sempre foi a de colocar nas músicas o que vem à cabeça. Trazer a ideia dos três, influências e mandar bala”, conta o baterista Douglas Labigalini. Completam a banda Thiago Franzim (guitarra e voz), Lucas Klepa (baixo e voz).

Assim como o single “Over the Mountain”, lançado pela Abraxas em junho, as outras canções de “Into the Mess” têm o lastro de qualidade da produção no Infrasound Records, em Florianópolis, sob os cuidados do competente duo Munõz.

O esforço agora é para também lançar “Into the Mess” fisicamente, em CD. Enquanto isso, o Red Mess se prepara para embarcar como banda convidada pela Abraxas na turnê brasileira dos ucranianos do Stoned Jesus.

São quatro datas em conjunto: Rio de Janeiro (17/08), Belo Horizonte (18/08), São Paulo (19/08) e em Goiânia, dia 20, dentro do importante festival de música alternativa do Brasil, o 23º Goiânia Noise Festival.

Erick Tedesco

Assessoria de Imprensa Abraxas Produtora

(19) 99616 2999 (cel e whatsapp)

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Viletale: banda mostra atitude e promove segundo evento “Rot’n Roll” na cidade de Blumenau/SC

Um dos principais fatores que diferenciam uma banda de outra é sua atitude e postura perante o cenário de sua região, apoiar, criar suas próprias formas de se apresentar ao público, abrir oportunidade há outros grupos e iniciar um evento único e exclusivo em sua cidade.

Sabemos que isso é muito difícil e em grande maioria das vezes desanimador por falta de apoio e incentivo de terceiros, mas ainda assim, algumas bandas se sobressaem as adversidades e realizam com sucesso eventos e festivais memoráveis, e esse é o caso dos músicos da “Viletale” que resolveram arregaçar as mandas e promover o próprio festival na cidade de Blumenau/SC.

A banda “Viletale” a menos de três meses promoveu o fest “Rot’n Roll” com extremo sucesso, devido a esse clamor do público uma nova edição já está confirmada e será realizada no dia 12 de agosto com quatro bandas da região se alternando nos palcos e garantindo a força e sobrevivência do Metal na cidade de Blumenau/SC.

Para a segunda edição do “Rot’n Roll” a banda Viletale além de ser uma das atrações do evento, irá receber os músicos das bandas Red Razor (Florianópolis), Enkrenka (Gaspar), e Credo (Itapema), o evento será realizado na Mansão Wayne a partir das 22:00 horas.

Mais informações sobre o evento neste link aqui.

Serviço – Rot’n Roll – 2º Edição:

Bandas: Viletale – Red Razor – Enkrenka – Credo

Local: Mansão Wayne – R: Valdir Kruger – nº84 – Blumenau/SC

Data: 12 de Agosto

Custo: Antecipado R$10,00 – Portaria R$15,00

Início: 22:00 horas

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Abraxas relança álbum de doom cantado em português da banda Into the Dust

O selo da Abraxas ataca desta vez com o relançamento de um petardo do stoner/doom metal, direto do Distrito Federal: o EP de estreia da banda Into the Dust, lançado em 2014, agora disponível nas principais plataformas de streaming, altamente recomendado para fãs de Black Sabbath, Candlemass e Saint Vitus. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/ITD.

Nome recorrente da cena de Brasília com 20 anos de carreira, a Into de Dust nasceu em 1996 em Gama das cinzas do Grothesc, projeto de thrash/death metal do vocalista/guitarrista Nassat e do baixista Santos – a dupla está até hoje à frente da banda e são os principais responsáveis pela composições do EP. A formação ainda conta com o baterista Marra.

‘ITD’ traz um visceral Into the Dust em sete músicas arrastadas, pesadas e com muito groove. Todas as faixas são cantadas em português, o que torna a sonoridade ainda mais crua e verdadeira. As gravações do EP, conta Santos, foram marcadas por diversos percalços, pessoais e profissionais, e o resultado é um turbilhão de sentimentos em forma de riffs e batidas. ‘ITD’ foi gravado no Broadband Studio, por Caio Duarte, e a capa é Tiago Prado, artista do Rio Grande do Norte.

CONTATO PARA A IMPRENSA Erick Tedesco Assessoria de Imprensa – Abraxas Produtora (19) 99616 2999 (cel e whatsapp) facebook.com/abraxasevents facebook.com/tedesco.midia http://abraxas.fm

Heavenless – “Whocantbenamed” (2016)

Quem curte a cena underground nacional e é fã dos gêneros extremos da música pesada, precisa conhecer o trabalho de estréia da banda Heavenless.

“Whocantbenamed” nos apresenta uma banda de qualidade notável com composições bem elaboradas e uma mescla entre o peso do Thrash e a agressividade do Death Metal.

A utilização de técnica apurada em favor do bom senso mostra a maturidade da banda.

Durante todo o álbum há uma atmosfera sombria e carregada, como se houvesse a presença de alguma entidade nas sessões de gravação contribuindo para o resultado final, mérito da produção técnica.

Destaco a pesada faixa de abertura, “Enter Hades” e a densa “The Reclaim”.

Kalyl Werewolf Lamarc (vocal/baixo);
Vinicius “Carcará” Martins (guitarra);
Vicente “MadButcher” (bateria).