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Moby jam – “Sem Juízo” (2014)

O Rock nacional não decepciona, e pra fortalecer essa afirmação, temos o álbum “Sem Juízo“, trabalho de estreia da banda Moby Jam.

A banda é um trio composto por amigos de longa data e que foi formada na cidade de Varre Sai/RJ em meados de 2006. 

Composto por Marcelo Vargas (Voz e Guitarra), Augusto Borges (bateria) e Elson Braga (contrabaixo). 

Com uma sonoridade firme e sem grandes pretensões, a banda aborda as raízes do Rock clássico e enérgico, flertando com a acessibilidade Pop numa mistura melódica e cheia de peso, boas letras, arranjos criativos e bom gosto. Tudo isso abarcado pela excelente produção.

As 8 faixas transbordam a paixão do trio pela Rock, cativando os amantes de uma boa música já na primeira audição. 

O álbum inicia perfeitamente com a faixa “Purpurina“. Seu riff inicial puxa o ouvinte e toma sua atenção pra dar o recado. É uma faixa que resume o som da Moby Jam pois tem pegada enérgica do Rock’n’roll e a acessibilidade Pop

O grande destaque do álbum vem na sequência, a excelente “Sol“, que transpira o clima dos anos 90 com muita emoção. 

Chuva Ácidacontinua o clima noventista e firma Marcelo Vargas como um excelente guitarrista. Seus arranjos se destacam e guiam a dinâmica das músicas. 

A crueza e acidez presentes em Descalabromostram a faceta mais agressiva do grupo. 

Mantendo a essência, mas incluindo alguns riffs mais pesados, com uma pegada Acid Rock no estilo de Deep Purple temos Homem de Gelo“, outra ótima faixa. 

Brilhar a Minha Estrela (Da mais um)é um cover de Sangue da Cidade. Faixa excepcional, mostra que o trio tem muita identidade sonora com uma releitura que revitaliza a versão original mantendo o seu DNA e ainda assim, possui a pegada da Moby Jam

A faixa mais clean vem a seguir,”Vôo“, possui uma letra linda e mostra que na simplicidade há bastante riqueza. 

A faixa título finaliza o álbum com a mesma dose de energia que a Moby Jam iniciou o play. 

Sem Juízo” é um grande trabalho, feito com paixão e competência, por quem ama e pra quem ama o Rock nacional. 

https://youtu.be/VGUI7OXuZPc

TRACKLIST

01 – Purpurina

02 – Sol

03 – Chuva Ácida

04 – Descalabro

05 – Homem de Gelo

06 – Brilhar A Minha Estrela (Da Mais Um)

07 – O Voo

08 – Sem Juízo

FORMAÇÃO

Marcelo Vargas – vocal e guitarra

Augusto Borges – bateria

Elson Braga – baixo

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Apple Sin – “Apple Sin”(2017)

Essa é uma banda que vou querer acompanhar e espero que evolua a cada novo trabalho, pois há muito potencial aqui. Quem curte o metal de linhas tradicionais e que nos remete principalmente ás bandas da NWOBHM deve dar uma conferida no trabalho de estréia dessa galera da cidade de Barroso/MG.

A estréia da banda Apple Sin se dá por um trabalho cheio de potencial e que foi muito bem elogiado pela mídia especializada. No total são 10 faixas, com alguns grandes momentos como nas músicas “Apple Sin” (puro anos 80) e “Another Day”, onde a alma do Metal tradicional transborda, seja pela energia contida nos riffs, pelo contrabaixo pulsante e de linhas bem elaboradas que fazem uma ótima dinâmica com a bateria ou pelos vocais que mostram sua inspiração sem emular Bruce Dickinson.

Essas duas faixas mostram a paixão da banda pelo Metal, juntamente com a bônus track “Roadie Metal”, hino que homenageia um dos maiores veículos de comunicação da cena nacional.

Apesar das referências musicais estampadas de forma bem nítida é perceptível que a banda ainda está buscando definir seu som. Temos uma produção bem orgânica e simples que ressalta os timbres crus das guitarras, mas que na contramão nos carece de um peso extra na bateria, algo que traria um impacto maior nas músicas.

A notável influencia do Iron Maiden sobre o grupo confere aquele toque de reverência aos mestres, mas é uma característica que impregna alguns momentos do álbum de maneira bastante forte, principalmente nas linhas vocais mais agudas de Patric Belchior. Este por sua vez, mostra que possui variações de timbre que merecem ser exploradas de forma melhor e faz isso de maneira bem equilibrada na excelente trinca “Fire Star” (mesmo soando como um petardo perdido do Iron Maiden), “Black Hole” e “Roaches Blood”.

Nessas três faixas a banda mantém um pé no tradicional ao mesmo tempo em que adiciona uma pegada mais Thrash e moderna em seus arranjos, nos mostrando um direcionamento que poderia ser tomado como foco em seu próximo álbum.

Todos os músicos são excelentes, mas uma característica marcante é o trabalho de guitarra da dupla Beto Carlos e Tainan Vilela que entre tantos riffs poderosos e solos grandiosos, merecem um destaque maior na faixa “Sea of Sorrow”, que possui um solo amparado pelas harmonias de teclado conseguindo criar uma atmosfera memorável.

Os dois pontos baixos do álbum são a breve instrumental que inicia o disco (numa tentativa de criar uma atmosfera serena a ser quebrada pelos riffs iniciais de “Sea of Sorrow”) e “Respect”, uma balada que soa meio deslocada do álbum, mas ressalta que o vocalista possui outros timbres e variações vocais que merecem ser exploradas.

Esse é mais um trabalho do nosso underground que vale a pena ser conferido!

    Faixas : 
01. Intro
02. Sea Of Sorrow
03. Darkness And World
04. Apple Sin
05. Another Day
06. Respect
07. Fire Star
08. Black Hole
09. Roaches Blood
10. Roadie Metal (bonus-track)

Membros:
Patric Belchior – vocais
Beto Carlos – guitarras
Tainan Vilela – guitarras
Raul Ganso – baixo
Eduardo Rodruigues – bateria
Phillipe Belchior – teclados (adicional)

 

Fatal Scream – “From Silence to Chaos” (2016)

Da cidade de Ribeirão Preto/SP, a banda Fatal Scream lança seu debut, “From Silence to Chaos”.

Sendo uma banda relativamente nova, idealizada em 2012, e que está lançando seu primeiro trabalho com tamanha qualidade, a banda inicia sua carreira chegando com os dois pés na porta.

Sua sonoridade é uma mistura bem dosada de estilos como o Thrash, Power e o Heavy Metal, o que resulta em um trabalho com peso, técnica e dinâmica na dose certa.

Os riffs encorpados e a cozinha densa destacam essas características, acompanhados pelas fortes melodias do poderoso vocal de Carol Lima, grande destaque desse álbum.

Faixas como “Killer Wolf”, com seu peso e refrão pegajoso, “Before The Judgement”, a qual soa como um clássico atemporal e “Betrayer”, agressiva e cheia de groove mostram que a banda caminha com bastante segurança dentro dos estilos citados.

Outro ponto forte nesse trabalho é a produção sonora. O trabalho feito por Rômulo Felício, no Under Studio, possui clareza e naturalidade entre o equilíbrio de cada timbre sem perder o peso e a agressividade sonora da banda.

O único ponto fraco, mas não menos importante, é o material gráfico.

A capa está interessante, mas no interior do encarte as letras estão espremidas, algumas legíveis e outras de difícil visualização.

Numa era onde o download gratuito reina, acho que as bandas (principalmente da cena underground) deveriam investir um pouco mais na qualidade de seu produto final, não desmerecendo a parte gráfica e tornando a, assim, um atrativo a mais.

Carol Lima (Vocal)

Diego Aricó (Guitarra)

Rodrigo Hurtiga Trujillo (Baixo)

Carlos Lourenço (Bateria)

José Roberto Cardoso (Guitarra)

Viletale: banda mostra atitude e promove segundo evento “Rot’n Roll” na cidade de Blumenau/SC

Um dos principais fatores que diferenciam uma banda de outra é sua atitude e postura perante o cenário de sua região, apoiar, criar suas próprias formas de se apresentar ao público, abrir oportunidade há outros grupos e iniciar um evento único e exclusivo em sua cidade.

Sabemos que isso é muito difícil e em grande maioria das vezes desanimador por falta de apoio e incentivo de terceiros, mas ainda assim, algumas bandas se sobressaem as adversidades e realizam com sucesso eventos e festivais memoráveis, e esse é o caso dos músicos da “Viletale” que resolveram arregaçar as mandas e promover o próprio festival na cidade de Blumenau/SC.

A banda “Viletale” a menos de três meses promoveu o fest “Rot’n Roll” com extremo sucesso, devido a esse clamor do público uma nova edição já está confirmada e será realizada no dia 12 de agosto com quatro bandas da região se alternando nos palcos e garantindo a força e sobrevivência do Metal na cidade de Blumenau/SC.

Para a segunda edição do “Rot’n Roll” a banda Viletale além de ser uma das atrações do evento, irá receber os músicos das bandas Red Razor (Florianópolis), Enkrenka (Gaspar), e Credo (Itapema), o evento será realizado na Mansão Wayne a partir das 22:00 horas.

Mais informações sobre o evento neste link aqui.

Serviço – Rot’n Roll – 2º Edição:

Bandas: Viletale – Red Razor – Enkrenka – Credo

Local: Mansão Wayne – R: Valdir Kruger – nº84 – Blumenau/SC

Data: 12 de Agosto

Custo: Antecipado R$10,00 – Portaria R$15,00

Início: 22:00 horas

Gleison Junior (Assessor/Diretor) (62) 9.81047866 – 32905706

Facebook Page Oficial: https://www.facebook.com/RoadieMetal/

Facebook Page Assessoria: https://www.facebook.com/roadiemetalassessoria/

Site: http://roadie-metal.com/

Heavenless – “Whocantbenamed” (2016)

Quem curte a cena underground nacional e é fã dos gêneros extremos da música pesada, precisa conhecer o trabalho de estréia da banda Heavenless.

“Whocantbenamed” nos apresenta uma banda de qualidade notável com composições bem elaboradas e uma mescla entre o peso do Thrash e a agressividade do Death Metal.

A utilização de técnica apurada em favor do bom senso mostra a maturidade da banda.

Durante todo o álbum há uma atmosfera sombria e carregada, como se houvesse a presença de alguma entidade nas sessões de gravação contribuindo para o resultado final, mérito da produção técnica.

Destaco a pesada faixa de abertura, “Enter Hades” e a densa “The Reclaim”.

Kalyl Werewolf Lamarc (vocal/baixo);
Vinicius “Carcará” Martins (guitarra);
Vicente “MadButcher” (bateria).

Fallen Idol – “Seasons of Grief” (2016)

Formada em 2012, na cidade de Arujá/SP, a banda Fallen Idol está lançando seu segundo álbum, “Seasons of Grief”, um trabalho que apresenta bastante qualidade já de cara, com um material físico muito bonito e bem trabalhado, que passa uma atmosfera lúgubre, soturna e torna a experiência mais orgânica.

A sonoridade se baseia no Doom Metal tradicional dos anos 80. Arranjos arrastados e densos com passagens bem desenvolvidas e atmosféricas resultam em um trabalho rico em referências á bandas clássicas como Candlemass Black Sabbath.

A citada atmosfera lúgubre e soturna permeia o álbum ao longo de suas 7 faixas num perfeito equilíbrio entre peso e cadência.

As faixas ” Seasons of Grief”, “Nobody’s Life” e “Unceasing Guilt” iniciam o álbum destacando arranjos arrastados e densos.

“Heading for Extinction” agrega mais peso ao som da banda, com uma pegada Thrash, através dos ótimos riffs de Rodrigo Sitta.

Com cara de clássico, “The Boy and The Sea” segue com peso e um dos melhores solos do álbum.

“Worsheep Me” traz de volta a cadência inicial e ressalta novamente que o Fallen Idol tem tudo para se tornar referência nacional no gênero.

Fechando o álbum temos a faixa “Satan’s Crucifixion”, um Heavy Metal tradicional. Essa faixa lembra bastante o som que o Black Sabbath fez em seus dois primeiros álbuns.

A performance de Rodrigo Sitta me surpreendeu, pois além dos riffs bem característicos e dos solos que se encaixam perfeitamente nos arranjos, suas linhas vocais mostram que ele tem bastante destreza na hora de tocar e cantar.

Márcio Silva é aquele tipo de baixista que consegue soar tão interessante quanto o guitarrista, soando técnico e preciso mas também cheio de feeling.

Na bateria, Ulisses Campos faz seu trabalho com muito bom gosto, criatividade e técnica também.

Fallen Idol é mais uma banda que está aí para acrescentar qualidade à cena e proporcionar a boa música para quem procura.

Stonex – “Seeds of Evil” (2014)

Apresentando essa banda da cidade de Aracaju/SE temos o EP “Seeds of Evil”, com 4 faixas e uma produção que evidencia toda a qualidade da banda.

Eles fazem um som guiado pelas raízes tradicionais do Heavy Metal e do Hard Rock que reverencia os anos 70 e início dos anos 80 sem toda aquela lapidação e brilho das produções modernas.

Com esse direcionamento sonoro e uma material gráfico bem simples a banda faz jus ao termo underground, agregando bastante qualidade ao cenário nacional.

As 4 faixas destoam harmoniosamente umas das outras sem perder a identidade, resultado da criatividade musical da banda que consegue unir todos os seus elementos característicos e influências em músicas simples, diretas e bem construídas.

O vocal de Pedro Ramon  Guerreiro é rouco, não como o de Lemmy Kilmister, lembra mais Black Lawless mais contido.

A excelente performance de baixo em “Seeds of Evil” foi gravada por Atílio Bass, o qual teve que deixar o posto no final de 2016, atualmente quem comanda as cordas graves é Alessandro  Mongini.
Os riffs sabbáticos e quase hipnóticos do início de “Maggots in my Brain” são cortesia de Mark Hazz. Sua marca registrada, além dos ótimos timbres, são os solos classudos com aquele toque selvagem de Jimmy Hendrix e K.K. Downing.

O “maestro” Adriano Tavares conduz as baquetas em uma performance espetacular. Não se limitando à apenas bumbo duplo e caixa, conferindo uma marcação enérgica e dinâmica para cada faixa.

Espero que a banda continue nessa pegada vintage e logo mais, lance um álbum completo.

Elephant Casino – “Believe” (2016)

Surgida recentemente no ano de 2015 em Belo Horizonte/MG, a banda Elephant Casino lança seu EP de estréia, “Believe”, já despontando como um dos grandes nomes do estilo na cena nacional, gerando boas expectativas em torno do seu trabalho.

O potencial de cada músico se destaca de forma bem dosada e espontânea através das 4 faixas do EP, onde a banda se mostra bastante entrosada. 

Os timbres estão muito bonitos e destacados, principalmente os da guitarra, aliás, os riffs de Rafael Fajardo são excelentes, eles conseguem fixar no seu cérebro e caracterizar cada faixa.

O desempenho entre baixo de Vinyboy Silveira e a bateria de Diego Sans se destaca de forma eficiente, destacando-se o timbre grave e macio do baixo e suas linhas melódicas.

Os vocais de Fabrício Araújo possuem uma amálgama de influências notáveis como Ian Gillan, Glenn Hughes, Blaze Bayley e Bruce Dickinson, mas nada que pareça imitação, visto que ele utiliza muito bem sua técnica junto à essas influências.

Apesar de apenas 4 faixas, temos aqui, tudo que uma boa banda de Hard Rock pode oferecer:

Uma faixa de abertura empolgante, “Believe”, que já inicia o disco em grande estilo, impregnada de dopamina em sua melodia viciante;

Uma baladinha como a “Stardust”, com cara de anos 70, de tema meio psicodélico e bem atmosférica;

Um Hard Rock mais clichê, neste caso, a faixa “Return” vem bem na vibe dos anos 90, mais voltado para o Pop, e aquela faixa mais pesada, com uma pegada Heavy Metal e um solo foderoso se idealiza em “The Haze”.

Sem dúvidas esse belo trabalho desperta o interesse do público pela banda, nos deixando ansiosos pelo seu Full Length.

Concept of Hate – “Black Stripe Poison” (2015)

Banda de Santo André, formada em 2009 e que tem a proposta de soar tão pesada quanto o sentimento de ódio (daí o nome Concept of Hate).

A banda passou por algumas formações desde que foi criada, mas posso afirmar que em seu EP, “Black Stripe Poison”, o grupo mostra uma excelente química.

Eles não definem um gênero específico para seu som, mas entre as 4 faixas de seu EP fica evidente a forte influencia de vertentes mais extremas como Death e Thrash Metal.

Há bastante peso com andamentos cadenciados e muito groove como na faixa título, a qual mostra essas características de forma balanceada.

Na segunda faixa, “In Human Nature”, sobressai a técnica e agressividade do Death Metal numa pegada Old School Bem na linha do Morbid Angel. O excelente trabalho entre baixo e bateria torna esta, a minha favorita.

Pantera e Slayer são influências que tornam-se evidentes na excelente “Chaospiracy”. Destaque para o vocal agressivo e encorpado de Flávio  Giraldelli.

“Sanity is Not an Option” é outra ótima faixa, viciante, sintetiza todas as características da banda. Ela tem um pouco de Speed Thrash, um pouco de groove cadenciado e com riffs que me lembram alguma coisa do Running Wild em seu álbum “Under Jolly Roger” e também, algo das palhetadas de Jon Schaffer o que denota qualidade e uma elaboração rica ao som do Concept of Hate.

Atualmente a banda trabalha na gravação de seu álbum de estréia, então podemos aguardar mais um ótimo trabalho na cena nacional.

Coletânea Roadie Metal Vol. 6&7 (2016)

Pra quem procura conhecer um pouco mais da cena do metal brasileiro, a coletânea Roadie Metal é um projeto que vem expandindo fronteiras, promovendo bandas de todo o país e trazendo muita música pesada de qualidade.

Um trabalho primoroso que vem sendo disponibilizado gratuitamente em formato físico e, desde sua segunda edição, em CD duplo.

Quem encabeça o projeto é o nosso amigo Gleison Júnior, apresentador do programa de rádio Roadie Metal.

Os volumes 6 e 7 trazem bandas de vários gêneros dentro do Metal, agradando à todos os gostos. As músicas também passam por um processo de produção para não soarem sem dinâmica.

O encarte contém informações básicas sobre cada banda e a arte é assinada pelo artista Marcelo Nespoli.

Todas as bandas merecem destaque, mas certamente algumas me chamaram bastante atenção.

No vol. 6 destaco Torture Squad, banda já consagrada na cena nacional; The Goths, altamente influenciada pelo Metallica, mas com identidade própria; Project Black Pantera, Rock raçudo que tem representado o Brasil em grandes festivais estando no lineup do Download Festival 2017; Black Tríad do ilustre Ricardo Arrone; Kyballium, se destaca pelas linhas vocais e arranjo bem elaborado; M-19 que possui um trabalho excelente e está entre os melhores do metal nacional; Vorgok, Thrash Metal visceral e FireGun com uma faixa muito foda do seu EP.

Vol. 7 temos HerynDae, metal clássico já resenhado aqui; Vodoopriest; Monstractor; Death Chaos,Death Metal de altíssima qualidade e Melanie Klain, uma das melhores bandas da atualidade.